quarta-feira, 28 de julho de 2010

O, A, O, A, O, A...(este nao eh um post indigena.)

O portao se fecha.
A passagem eh checada.
O assento eh escolhido.
A saudade aumenta.
O coracao bate forte.
A mao procura um apoio em outra mao.
O olho ve o que nao via a tempos.
A aeromoca da instrucoes.
O corpo se ajeita na poltrona.
A mente vai buscar rostos dos que sao tao queridos.
O sorriso nao se acanha ao aparecer.
A espera terminou.
O dia chegou.
A esperanca venceu.
O amor superou.
A conquista faz a boca em acucar.
O futuro mostra seus bracos.
A historia comeca a ser escrita.



OBS: Sem querer quebrar o clima mas, as palavras nao tem acento porque o teclado do computador nao tem acentos, mas, com certeza voce consegue ler, caro leitor inteligente e letrado. Amo voces todos! #fiukfeelings.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Ansiedade

Vejo tudo em cima da mesa.
A sinceridade de um papel escrito meu nome em preto e branco.
Em letras que nosso alfabeto nos permite ler e assimilar o texto.
Dia 24 de julho de 2010.
Mal caibo em meus olhos de tanta vontade.
Olhos estes que tentam fotografar cada suspiro, cada momento.
Agora falta pouco.
Tão pouco que conto as despedidas como contamos estrelas.
Não caibo em minhas pernas de tanta felicidade.
Pernas que correram muito rumo ao céu que as fariam bambas.
Tão perto que já sinto o gosto.
Tão bom que já estou vivendo.
Tão linda que faz meu coração parar.
Tão querida que me faz sentir bem.
Só bem. Só amar. Só você.

Estranho seria se eu nao me apaixonasse por você...
(sim, eu sei. copiei mesmo. Achei que ia ser bonitinho...hihi)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O que aconteceu?

Sento em minha cama.
O silêncio é quebrado apenas pelo ronco de quem tem a sorte de dormir.
O que aconteceu?
Na televisão, reprises e filmes pornô.
Nada novo.
Agarro o meu travesseiro como se fosse meu escudo.
Um escudo pra me proteger de mim mesmo.
Do que me tornei e dos fantasmas que cultivei sem nenhuma razão.
Me lembro de tudo o que você falou.
Da tristeza desses dias que suja as paredes.
Palavra por palavra, lágrima por lágrima.
A desesperança fere a alma com um punhal.
O que aconteceu?
Mais um cigarro se vai, mais uma hora que não passou.
Porque fiz de mim meu maior inimigo agora.
Talvez por necessidade de morrer como um mártir.
Ou talvez só por morrer.
E em uma vala, ver que tem gente que não me vê como eu sou.
Que choram e gritam meu nome.
O que aconteceu?
Pra onde estou indo?
Não é daqui a 23 dias?
Não é daqui a 2 dias?
O futuro parece tão incerto quanto ontem.
Mas ontem, eu tinha sua voz pra me dizer.
Que o mundo é lindo e que o nosso amor supera tudo.
Pra sempre.
O que aconteceu?

Vergonha na cara

editado, foda se.